Em agosto deste ano, o estado de Rio Grande do Sul importou mais de US$129 milhões em nafta petroquímica (R$695 milhões convertido em reais), de acordo com levantamento da Logcomex, empresa que oferece soluções tecnológicas voltadas à visibilidade avançada da gestão de embarques do início ao fim, tracking da carga em tempo real, além de sistemas de automação e Data Analytics para o comércio exterior. No periódico, o óleo diesel vem em seguida, somando mais de US$50 milhões (R$280 milhões convertidos em reais).
A nafta é a matéria prima mais empregada pela indústria petroquímica no Brasil, uma vez que ela é responsável pela produção de insumos básicos, como por exemplo, olefinas e aromáticos. “O produto é um insumo importante para a formulação de gasolina e para produção de plásticos e polímeros nas centrais petroquímicas do país. Sabendo disso, a Petrobrás é a única produtora de nafta petroquímica no país, atendendo parcialmente à procura nacional com produção própria e com importações, como é o caso na cidade gaúcha”, destaca Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex.
O levantamento da empresa segue com ureia, outros cloreto de potássio e fosfato monoamônico. Confira a lista dos 10 produtos mais importados com seus respectivos valores abaixo:
- Nafta petroquímica – US$129.794.616
- Óleo diesel – US$52.719.273
- Ureia – US$35.686.474
- Outros cloretos de potássio – US$23.007.212
- Fosfato monoamônico – US$18.931.605
- Herbicida – US$5.608.680
- Cevada (cerveja) – US$4.293.000
- Mistura nitrato de amônio com carbonato de cálcio – US$2.686.450
- Conversores catalíticos e filtros de partículas – US$2.124.538
- Outros hidrocarbonetos alifáticos – US$2.044.076